O Corsário e a Guerreira
Era uma vez, a Guerreira. Forte, destemida, presa a terra e a guerra. Casta, ingênua. Poderosa, formosa. A Guerreira, quão poderosa era, todas as guerras vencera. O seu medo era inexistente. Enfrentara os dragões, as feiticeiras, os ilusionistas, os piratas, a magia, a força. Nada a prendia, por isso era tão magnífica. Não tinha amor, casa ou família. Como toda boa militar. E era isso que dava a sua glória, era isso que lhe dava prazer. A solidão do campo de batalha, o ardor da morte, o sangue do inimigo escorrendo quente sobre seu peito, os olhos do adversário se fechando lentamente, finalmente serenos. Ela, nada mais precisava, era uma guerreira formada. Sentia-se completa, pois era a única realidade que ela conhecia, a da selvageria.
Um dia, ela conheceu o mar. Batalhas na praia, para ela, eram sempre menos emocionantes. A água se misturava ao sangue e a morte perdia parte de seu encanto. Era azul, trazia serenidade. O que não combinava com morte, guerra. Era uma paisagem para outras pessoas que buscavam outros prazeres, não era para ela. Ela nunca gostara do mar. Era salgado, frio, traiçoeiro. Talvez ela não gostasse de nada que a desafiasse, surpreendesse ou a superasse, talvez, que ela desconhecesse. Seguindo esse caminho, o Corsário apareceu.
Era noite, as estrelas brilhavam a beira-mar. O Corsário, como bom servidor do Estado, auxiliou o capitão a abrigar as tropas de seu país. Sua vida se embasava oportunismo. Não era muito digno. Servia seu Estado, como bom corsário, mas isso não significa que era honesto ou confiável. Era um rapaz muito ambicioso. Nunca se apaixonara, nunca conheceu os sabores que somente uma única mulher podia lhe oferecer. Não se importava, gostava do ouro, da prata, das mulheres, bebidas e do mar. Detestava a terra. Era fixa, regular. Sentia-se preso na terra. Talvez, ele não gostasse de ceder.
O Corsário trouxe os alimentos. Não gostava dos guerreiros. Eram selvagens, sujos e honestos. Sobretudo honestos. Não via sentido naquilo. Naquele amor incondicional que aqueles tolos sentiam pela pátria. Ele servia o Estado, não exatamente pelo amor, mas pelas recompensas. Os ouros e as aventuras. Era rebelde, seu espírito era assim, não adiantava.
Ele acompanhou cada soldado até sua tenda. Quando tinha levado todos, e estava com a sensação de missão cumprida e de superioridade em relação aos militares, ele notou uma mulher, à distância, olhando para o mar, com os cabelos castanhos ao vento, a espada fincada no chão, como em sinal de reverência ao mar.
Ele se aproximou dela, e escutou suas palavras, quase uma oração, dedicada ao mar: ‘Mar que me amedrontara a vida inteira! Agora, travo minhas guerras a sua frente, enquanto tu observas, sereno, imenso, indiferente à matança, à dor. ’
Escutando as palavras, ele se sensibilizou. Nunca tinha parado para escutar algum dos guerreiros. Pois bem, agora escutara e vira a beleza da mulher. Que bela mulher! Ela escutou os passos do corsário, se virou empunhando a espada, pronta para matar mais uma vez, em frente ao mar sereno. Ele se assustou. Aproximou-se dela, esperando que ela entendesse que ele não representava perigo. Ela abaixou a espada. Ele se aproximou, com um único intuito: pensava que ela era uma mulher comum, uma daquelas mulheres que lhe encantavam pelas curvas, mas não pelo sabor das palavras que saiam de seus lábios; uma daquelas mulheres de sempre. Mas, ela não era uma mulher, era uma guerreira.
Daquela noite, eles nunca se esqueceram. Ficaram a noite inteira conversando, sobre a espada, o navio. A terra, o mar. E ele viu doce, nas palavras proferidas ao acaso. E ela, sentiu medo, insegurança pela primeira vez. Mas, ambos sentiam, que a felicidade, o prazer que conheciam, não era mais suficiente. Eles provaram o mais doce dos venenos.
Os tempos passavam, a frente de batalha não acabava. E, as noites das longas conversas entre o Corsário e a Guerreira, também não. Pareciam nem lembrar que alguma hora, ele partiria para o mar aberto, e ela, para o continente. Nem se lembravam desse detalhe.
Um dia, a guerra acabou. Os deveres chamaram o Corsário. As batalhas chamaram a Guerreira. O Corsário queria o mar e a Guerreira. A Guerreira queria o Corsário e a guerra. Eles nunca chegaram a um consenso. O orgulho os tomava, os seus prazeres anteriores o chamavam, gritando em suas cabeças. A Guerreira não podia, não queria ir para o mar. Era frio, traiçoeiro, assim como o Corsário. Mas ela amava o Corsário. O Corsário não gostava dos limites que o continente lhe dava, mas ele a amava. Os dois estavam tomados por uma dúvida que se prolongou. Nenhum dos dois cedia. O mundo em que viviam eram diferentes demais para serem conciliados, essa era a desculpa que davam. Mas, ambos pensavam que, se um não cedesse, por que ele cederia? O orgulho dominou o amor. Não que aquele amor não fosse verdadeiro, forte o suficiente. Ambos tomaram suas direções, solitários, ao meio de seus semelhantes.
O tempo passou. Os dois não se esqueceram. Trocavam entre si correspondências, que foram enviadas após um longo tempo tentando flexionar o orgulho. As cartas sempre contavam de seus prazeres, do mar e da espada. Tentavam julgar, fantasiar, que estavam perto, que um dos dois iria ceder algum dia, que voltariam para a serem aquecidos pelo calor de seus abraços. Mas isso nunca acontecera. A Guerreira, não era mais a mesma. Continuava forte, matando, mas a guerra não lhe dava a mesma satisfação de antes. O Corsário continuava preso ao mar, furtando as douradas moedas de ouro do Estado que brilhavam diante de seus olhos, enfeitiçando-o. Mas ninguém o enfeitiçava como a Guerreira. Não era suficiente.
Longo tempo depois, a Guerreira voltou ao mar. Se o Corsário a visse, ele choraria. Não empunhava espada, não estava livre como sempre fora. As correntes marcavam seus braços, os olhos estavam melancólicos, mas não tinham perdido o brilho desafiador, as lágrimas escorriam sobre o rosto tirando o pó pelo percurso que fazia. A Guerreira era uma prisioneira. Fora colocada diante um senhor, que apreciou por um longo momento os músculos e as cicatrizes de seu corpo. O senhor sabia que aquela era uma militar. Ele a trocara por algumas moedas, a levara até seu barco, onde ela foi jogada num porão. Pouco sabia sobre o mar. Nunca tinha estado num barco. Lembrou do Corsário, o que não era novidade. Sentiu-se como um rato e indagava porque o Corsário gostava daquilo. Era tão... deprimente...incerto. Ela não podia compreendê-lo. Nem ele podia compreendê-la. O balanço do mar envolvia a Guerreira, enquanto ela pensava, fantasiava, como uma tola, que o Corsário estava na embarcação, e que a salvaria. Pobre Guerreira, isso nunca acontecera.
O balanço envolvente do mar fora substituído por uma batida brusca. O navio parecia que batera em algum rochedo. Antes fosse. Logo, o convés fora tomado por corsários, que tinham a missão de extinguir os piratas. Logo, toda a tripulação fora obrigada a lutar, até a Guerreira. O mar, pelo menos a ela, não era o melhor lugar de se batalhar. Lembrava do Corsário. Tinha esperança de ele estar entre a tripulação do navio inimigo. Ela procurava, tomava cuidado com as vidas que tirava. Ainda tinha esperança. Um momento, ela desistiu. O Corsário não estava ali. O Corsário também pensava na Guerreira, naquele momento. Mas, ele nunca esperaria que ela estivesse ali, no mar. Mas, aquela cena lembrava muito ela. Era a guerra. O sangue. O fervor. Ele ainda não sentia prazer naquilo, não gostava de arriscar sua vida tanto assim. Mas tinha. Afinal, faz parte lutar contra piratas. São eles quem tiravam o seu ouro. A cena lembrava a Guerreira. Quase via seu rosto, pensou ter a visto, mas pensou ser ilusão. O Corsário não gostava daquela cena. Sentou-se em um local isolado do navio, abriu uma garrafa de rum. Ele era indiferente à batalha assim como o mar. Estava tão entretido com o rum, que nem viu quando uma sombra se aproximava, com a espada empunhada. Não viu a espada, e nem a portadora da espada. Só viu quando o frio metal da espada perfurava seu corpo. Aí sim ele viu. Seu olhar se ergueu, ele sorria. Estava morrendo, mas, ela tinha voltado. Ela entrou em desespero, porque sabia que era um golpe fatal, não haveria volta. Ele se levantou cambaleante, a abraçou. Mas não suportava mais seu próprio peso. Tentou apoiar seu corpo sobre o parapeito, melhor que não tivesse feito isso. Ela tentava ajudá-lo, apesar de estar em prantos. Inútil. Ele caiu ao mar. Ela não hesitou, se jogou junto com ele, mesmo não havendo mais nada a ser feito. Foi o gesto mais irracional de sua vida. Era tarde, ela não podia salvar mais sua vida. Por que não lamentara sua morte, enquanto o observava caindo na profundidade serena e indiferente do mar? Não, ela mergulhou. Tola Guerreira. Nem sabia nadar, nunca tinha entrado no mar. Pelo menos, ela agarrou-se ao corpo do amado. O abraçou firme. Não desejava mais nada naquele momento. Nem tentara salvar sua vida. Se tivesse tido um minuto a mais para pensar, ela talvez se arrependeria. Somente no final ela cedera, e foi ao mar. Que fosse assim. Eles repousariam no fundo do mar.
Um dia, ela conheceu o mar. Batalhas na praia, para ela, eram sempre menos emocionantes. A água se misturava ao sangue e a morte perdia parte de seu encanto. Era azul, trazia serenidade. O que não combinava com morte, guerra. Era uma paisagem para outras pessoas que buscavam outros prazeres, não era para ela. Ela nunca gostara do mar. Era salgado, frio, traiçoeiro. Talvez ela não gostasse de nada que a desafiasse, surpreendesse ou a superasse, talvez, que ela desconhecesse. Seguindo esse caminho, o Corsário apareceu.
Era noite, as estrelas brilhavam a beira-mar. O Corsário, como bom servidor do Estado, auxiliou o capitão a abrigar as tropas de seu país. Sua vida se embasava oportunismo. Não era muito digno. Servia seu Estado, como bom corsário, mas isso não significa que era honesto ou confiável. Era um rapaz muito ambicioso. Nunca se apaixonara, nunca conheceu os sabores que somente uma única mulher podia lhe oferecer. Não se importava, gostava do ouro, da prata, das mulheres, bebidas e do mar. Detestava a terra. Era fixa, regular. Sentia-se preso na terra. Talvez, ele não gostasse de ceder.
O Corsário trouxe os alimentos. Não gostava dos guerreiros. Eram selvagens, sujos e honestos. Sobretudo honestos. Não via sentido naquilo. Naquele amor incondicional que aqueles tolos sentiam pela pátria. Ele servia o Estado, não exatamente pelo amor, mas pelas recompensas. Os ouros e as aventuras. Era rebelde, seu espírito era assim, não adiantava.
Ele acompanhou cada soldado até sua tenda. Quando tinha levado todos, e estava com a sensação de missão cumprida e de superioridade em relação aos militares, ele notou uma mulher, à distância, olhando para o mar, com os cabelos castanhos ao vento, a espada fincada no chão, como em sinal de reverência ao mar.
Ele se aproximou dela, e escutou suas palavras, quase uma oração, dedicada ao mar: ‘Mar que me amedrontara a vida inteira! Agora, travo minhas guerras a sua frente, enquanto tu observas, sereno, imenso, indiferente à matança, à dor. ’
Escutando as palavras, ele se sensibilizou. Nunca tinha parado para escutar algum dos guerreiros. Pois bem, agora escutara e vira a beleza da mulher. Que bela mulher! Ela escutou os passos do corsário, se virou empunhando a espada, pronta para matar mais uma vez, em frente ao mar sereno. Ele se assustou. Aproximou-se dela, esperando que ela entendesse que ele não representava perigo. Ela abaixou a espada. Ele se aproximou, com um único intuito: pensava que ela era uma mulher comum, uma daquelas mulheres que lhe encantavam pelas curvas, mas não pelo sabor das palavras que saiam de seus lábios; uma daquelas mulheres de sempre. Mas, ela não era uma mulher, era uma guerreira.
Daquela noite, eles nunca se esqueceram. Ficaram a noite inteira conversando, sobre a espada, o navio. A terra, o mar. E ele viu doce, nas palavras proferidas ao acaso. E ela, sentiu medo, insegurança pela primeira vez. Mas, ambos sentiam, que a felicidade, o prazer que conheciam, não era mais suficiente. Eles provaram o mais doce dos venenos.
Os tempos passavam, a frente de batalha não acabava. E, as noites das longas conversas entre o Corsário e a Guerreira, também não. Pareciam nem lembrar que alguma hora, ele partiria para o mar aberto, e ela, para o continente. Nem se lembravam desse detalhe.
Um dia, a guerra acabou. Os deveres chamaram o Corsário. As batalhas chamaram a Guerreira. O Corsário queria o mar e a Guerreira. A Guerreira queria o Corsário e a guerra. Eles nunca chegaram a um consenso. O orgulho os tomava, os seus prazeres anteriores o chamavam, gritando em suas cabeças. A Guerreira não podia, não queria ir para o mar. Era frio, traiçoeiro, assim como o Corsário. Mas ela amava o Corsário. O Corsário não gostava dos limites que o continente lhe dava, mas ele a amava. Os dois estavam tomados por uma dúvida que se prolongou. Nenhum dos dois cedia. O mundo em que viviam eram diferentes demais para serem conciliados, essa era a desculpa que davam. Mas, ambos pensavam que, se um não cedesse, por que ele cederia? O orgulho dominou o amor. Não que aquele amor não fosse verdadeiro, forte o suficiente. Ambos tomaram suas direções, solitários, ao meio de seus semelhantes.
O tempo passou. Os dois não se esqueceram. Trocavam entre si correspondências, que foram enviadas após um longo tempo tentando flexionar o orgulho. As cartas sempre contavam de seus prazeres, do mar e da espada. Tentavam julgar, fantasiar, que estavam perto, que um dos dois iria ceder algum dia, que voltariam para a serem aquecidos pelo calor de seus abraços. Mas isso nunca acontecera. A Guerreira, não era mais a mesma. Continuava forte, matando, mas a guerra não lhe dava a mesma satisfação de antes. O Corsário continuava preso ao mar, furtando as douradas moedas de ouro do Estado que brilhavam diante de seus olhos, enfeitiçando-o. Mas ninguém o enfeitiçava como a Guerreira. Não era suficiente.
Longo tempo depois, a Guerreira voltou ao mar. Se o Corsário a visse, ele choraria. Não empunhava espada, não estava livre como sempre fora. As correntes marcavam seus braços, os olhos estavam melancólicos, mas não tinham perdido o brilho desafiador, as lágrimas escorriam sobre o rosto tirando o pó pelo percurso que fazia. A Guerreira era uma prisioneira. Fora colocada diante um senhor, que apreciou por um longo momento os músculos e as cicatrizes de seu corpo. O senhor sabia que aquela era uma militar. Ele a trocara por algumas moedas, a levara até seu barco, onde ela foi jogada num porão. Pouco sabia sobre o mar. Nunca tinha estado num barco. Lembrou do Corsário, o que não era novidade. Sentiu-se como um rato e indagava porque o Corsário gostava daquilo. Era tão... deprimente...incerto. Ela não podia compreendê-lo. Nem ele podia compreendê-la. O balanço do mar envolvia a Guerreira, enquanto ela pensava, fantasiava, como uma tola, que o Corsário estava na embarcação, e que a salvaria. Pobre Guerreira, isso nunca acontecera.
O balanço envolvente do mar fora substituído por uma batida brusca. O navio parecia que batera em algum rochedo. Antes fosse. Logo, o convés fora tomado por corsários, que tinham a missão de extinguir os piratas. Logo, toda a tripulação fora obrigada a lutar, até a Guerreira. O mar, pelo menos a ela, não era o melhor lugar de se batalhar. Lembrava do Corsário. Tinha esperança de ele estar entre a tripulação do navio inimigo. Ela procurava, tomava cuidado com as vidas que tirava. Ainda tinha esperança. Um momento, ela desistiu. O Corsário não estava ali. O Corsário também pensava na Guerreira, naquele momento. Mas, ele nunca esperaria que ela estivesse ali, no mar. Mas, aquela cena lembrava muito ela. Era a guerra. O sangue. O fervor. Ele ainda não sentia prazer naquilo, não gostava de arriscar sua vida tanto assim. Mas tinha. Afinal, faz parte lutar contra piratas. São eles quem tiravam o seu ouro. A cena lembrava a Guerreira. Quase via seu rosto, pensou ter a visto, mas pensou ser ilusão. O Corsário não gostava daquela cena. Sentou-se em um local isolado do navio, abriu uma garrafa de rum. Ele era indiferente à batalha assim como o mar. Estava tão entretido com o rum, que nem viu quando uma sombra se aproximava, com a espada empunhada. Não viu a espada, e nem a portadora da espada. Só viu quando o frio metal da espada perfurava seu corpo. Aí sim ele viu. Seu olhar se ergueu, ele sorria. Estava morrendo, mas, ela tinha voltado. Ela entrou em desespero, porque sabia que era um golpe fatal, não haveria volta. Ele se levantou cambaleante, a abraçou. Mas não suportava mais seu próprio peso. Tentou apoiar seu corpo sobre o parapeito, melhor que não tivesse feito isso. Ela tentava ajudá-lo, apesar de estar em prantos. Inútil. Ele caiu ao mar. Ela não hesitou, se jogou junto com ele, mesmo não havendo mais nada a ser feito. Foi o gesto mais irracional de sua vida. Era tarde, ela não podia salvar mais sua vida. Por que não lamentara sua morte, enquanto o observava caindo na profundidade serena e indiferente do mar? Não, ela mergulhou. Tola Guerreira. Nem sabia nadar, nunca tinha entrado no mar. Pelo menos, ela agarrou-se ao corpo do amado. O abraçou firme. Não desejava mais nada naquele momento. Nem tentara salvar sua vida. Se tivesse tido um minuto a mais para pensar, ela talvez se arrependeria. Somente no final ela cedera, e foi ao mar. Que fosse assim. Eles repousariam no fundo do mar.
*_* maravilhoso!!
ResponderExcluirchega a dar vontade de que todo grande amor termine num épico e belo final.. mas geralmente, ficam só fotos velhas e palavras não ditas.. sorte da Guerreira e do Corsário.
Um dos meus preferidos *_*
ResponderExcluirObrigada meninas!
ResponderExcluirTive de piscar várias vezes para voltar pro "real".Lindo Mavi!Envolvente : )
ResponderExcluirDemorei pra finalmente poder ler, mas valeu a pena a espera.
ResponderExcluirÉ realmente um texto muito bom, não que os seus outros textos do blog sejam ruins, mas esse chega num nível de profundidade muito maior e mais gostoso de ler.